Na bovinocultura leiteira, a presença excessiva de moscas pode provocar inquietação, estresse e alterações no comportamento dos animais, interferindo nos períodos de alimentação e repouso.
Além de comprometer o bem-estar, a infestação dificulta a rotina de manejo e pode afetar o desempenho produtivo do rebanho.
Ao tentar afastar as moscas, os animais podem gastar mais tempo e energia com movimentos constantes, reduzindo os períodos de tranquilidade, alimentação e descanso.
Quando a infestação se torna frequente, o desconforto afeta o comportamento do rebanho, dificulta o manejo diário e cria condições desfavoráveis ao bem-estar e à produtividade.
Movimentos constantes para afastar as moscas aumentam a inquietação e reduzem os períodos de tranquilidade do rebanho.
Ao circular entre resíduos, matéria orgânica, instalações e animais, as moscas podem transportar microrganismos entre diferentes pontos do ambiente.
O desconforto frequente pode interferir na alimentação, no descanso e nas condições necessárias para o bom desempenho dos animais.
Pesquisa realizada com moscas-domésticas coletadas em propriedades de bovinos de corte e leite identificou uma ampla diversidade de bactérias, incluindo microrganismos de importância para a saúde humana e animal.
Os dados reforçam a necessidade de atenção contínua à higiene, ao manejo do ambiente e ao controle de moscas nos sistemas de produção.
Fonte: MilkPoint – conteúdo publicado por LiBovis/UFRRJ
Na bovinocultura leiteira, reduzir a presença da mosca-doméstica exige limpeza, manejo adequado de esterco e resíduos, monitoramento e atenção aos locais onde esses insetos pousam e se concentram.
Integrado a essas práticas, o Moskecidina é um aliado para tornar o controle ambiental mais prático, eficiente e contínuo.